Pensar
sobre as redes sociais e sua implicação para a nova geração me fez considerar
dois pontos cruciais: distração e aprendizagem.
A
nova realidade de acesso à internet permite a interação de uma gama enorme de usuários
através do whatsapp, facebook, twitter ou instagram; Inclusive o acesso à
podcasts, sites sobre uma variedade ilimitada de assuntos, jogos online, blogs
e vídeos constituem um espaço de comunicação entre internautas. Todas estas possibilidades
demandam um tempo que é roubado das atividades offline, como o convívio com
familiares e amigos, as atividades acadêmicas, prática de esportes. Enfim, é
saudável estar conectado também com o mundo real. Quando aprendemos a dosar o uso
das mídias, garantimos uma maior qualidade de vida.
A
tecnologia no dia-a-dia das pessoas alterou as culturas sociais, ao configurar-se
como uma nova maneira de transmitir informações e gerar conhecimento. No que
diz respeito à aprendizagem, as redes sociais são bons espaços para os
educadores compartilharem com os alunos materiais multimídia, notícias de
jornais e revistas, vídeos, músicas, trechos de filmes ou de peças de teatro
que envolvam assuntos trabalhados em sala, como material complementar. O aluno
também desenvolve uma autonomia em relação a sua formação: pesquisa, acessa, explora,
visita e descobre um universo além da sala de aula. Em linhas gerais, a
internet democratizou o acesso ao conhecimento.
Todavia,
o papel do professor é imprescindível na educação dos usuários, para que possam
filtrar o conteúdo das informações recebidas, visando o uso das redes sociais
de forma ética e responsável. Obtendo-se essa seleção, a interação entre os meios
de comunicação, professores e alunos torna-se mais segura e possibilita que o uso das redes venha a se tornar válido no
processo de ensino-aprendizagem.